Imposto Seletivo agrada setores e adia debate sobre tributa\u00e7\u00e3o 'do pecado'

Folha de S.Paulo · M\u00e1rcia Magalh\u00e3es, Guilherme Matos, Guilherme W. Almeida, Eduardo Cucolo ·

Governo adia para 2027 a discuss\u00e3o sobre regras definitivas do tributo

São Paulo A medida provisória que define as alíquotas do Imposto Seletivo para 2027 foi avaliada como positiva pela maioria dos setores alcançados pelo novo tributo, que fecharam acordo com o Ministério da Fazenda para manter a carga atual sobre esses produtos, correspondente hoje à tributação pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industriais).

O governo também concordou em adiar para o próximo ano o debate sobre as regras definitivas do tributo "do pecado", para bens classificados como prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Entidades de defesa da saúde, por outro lado, criticam o Executivo por não seguir os princípios da reforma tributária e elevar a tributação de itens como cigarros, bebidas alcoólicas e refrigerantes no próximo ano.

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