Alvo de operação, remédio falsificado contra o câncer tinha só sódio e cloro, mostra laudo

Folha de S.Paulo · Luiza Lopes ·

Unidade de Keytruda havia sido comprada pelo Hospital IGESP, em São Paulo, de uma distribuidora de Araraquara (SP)

O Keytruda, medicamento de imunoterapia usado no tratamento de diferentes tipos de câncer, foi um dos produtos falsificados identificados pela Operação Laziosi.

Deflagrada nesta quinta-feira (5) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado de São Paulo em conjunto com a Polícia Civil, a ação investiga uma rede suspeita de comercializar medicamentos oncológicos falsificados e lavar dinheiro.

A suspeita começou no Hospital IGESP, em São Paulo, que procurou a MSD (Merck Sharp & Dohme), fabricante do remédio, para verificar a autenticidade de uma unidade comprada da distribuidora Nacionalfarma em maio de 2024.

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