Debate sobre 2º turno no RJ mantém atuação do STF na política estadual por um ano
Folha de S.Paulo · Italo Nogueira ·
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A ação proposta pelo PSD para tentar a realização do segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro faz com que a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal) na política fluminense se prolongue por quase um ano.
O Supremo é o responsável pelos desdobramentos da Operação Unha e Carne, que atingiu políticos sem foro especial na corte e alterou candidaturas, e por manter o desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), como governador interino com uma liminar. Agora, discute se a eleição deste ano se encerrou ou não no primeiro turno.
O destino do Palácio Guanabara está de novo nas mãos do ministro Cristiano Zanin, relator do processo movido pelo PSD. O magistrado foi o autor da liminar que mantém Couto no cargo desde março, após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL). O plenário posteriormente referendou a decisão, mas o tema nunca mais foi levado a plenário após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
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